Escola De Ensino Médio Em Tempo Integral Simão Ângelo

Esportes de aventura na escola: análise de sua viabilidade

Josileudo Gabriel Sousa Santos

Josileudo Gabriel Sousa Santos é estudante secundarista na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Simão Angelo (Penaforte-CE). Exerce o cargo de presidente do Grêmio Estudantil, defendendo os direitos e interesses dos seus pares na instituição, além de apoiar a gestão escolar em atividades ligadas ao protagonismo juvenil como eventos esportivos.

E-mail: josileudo.santos@aluno.ce.gov.br

Maria Eduarda Ferreira Fernandes

Maria Eduarda Ferreira Fernandes é estudante secundarista na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Simão Angelo (Penaforte-CE). Exerce o cargo de diretora de esportes no Grêmio Estudantil, apoiando seus pares e a gestão escolar no desenvolvimento de atividades esportivas e de lazer, tanto individuais quanto coletivas, como campeonatos escolares e gincanas culturais.

E-mail: maria.fernandes113@aluno.ce.gov.br

Raniere de Carvalho Almeida

É professor na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Simão Angelo (Penaforte-CE), atualmente, na função de coordenador escolar. É graduado em Educação Física (UNIVASF), Letras (FACHUSC) e Serviço Social (UNITINS), especialista em Educação Física (UECE), Língua Portuguesa, Literatura e Gestão Escolar (FINOM) e Gestão em Saúde (UNIVASF). Possui mestrado em Desenvolvimento Regional Sustentável (UFCA). Pesquisa temáticas interdisciplinares ligadas à área de Linguagens e Códigos, Ciências Humanas, Sociais e suas Tecnologias.

Contato: raniere.almeida@prof.ce.gov.br

Lattes: http://lattes.cnpq.br/4224331425097921

O mundo globalizado tem feito os sujeitos agirem velozmente, distanciando-se da natureza, limitando seu acesso ao espaço familiar e profissional, o que tende a acarretar diferentes problemas, que interferem na sua qualidade de vida. Mesmo que o racionalismo demonstre insuficiência para proteger as pessoas dos riscos globalizados, causaria estranheza que alguém se imaginasse parte de uma civilização do movimento aleatório da sorte (PIMENTEL, 2006).

As práticas esportivas de aventura representam atividades físicas que envolvem o corpo e a mente em uma sintonia constante com a natureza, sendo capazes de reaproximar os sujeitos. Para Marques (2015), o esporte é um fenômeno sociocultural do século XXI, estando presente na vida de quem se dedica à sua prática, assim como em diversas esferas da vida cotidiana.

A Educação Física, enquanto componente curricular, procura lidar com a  saúde dos indivíduos de diferentes formas. Uma delas é envolvê-los em aventuras ambientais que fortaleçam seus vínculos afetivos e seu estado de saúde, ressignificando sua vida. Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) evidenciam a possibilidade de desenvolvimento de potencialidades humanas, como o risco, desafio e a aventura, por meio de atividades físicas (GREZZANA, 2000). Uma das dificuldades encontradas pelos professores e alunos do Ensino Médio (principalmente o Ensino Médio de Tempo Integral) diz respeito à inviabilidade inicial de praticar esportes de aventura (na natureza), uma vez que a sua atuação tem se restringido cada vez mais ao âmbito institucional. Segundo Bracht (1999), a transição  pós-moderna não objetiva simplificar os processos, mas compreender as relações complexas.

Este estudo mostra-se relevante por tratar de um tema pouco explorado pela ciência. Busca apontar caminhos que viabilizem práticas esportivas de aventura na escola, sendo este seu objeto da pesquisa. Para De Jesus (2003), ainda há indefinição quanto a esses esportes devido a suas diferentes denominações.

É possível a prática de esportes de aventura na escola? Essa questão problematiza o estudo, guiando seu desenvolvimento. O objetivo geral que aqui se apresenta é analisar a viabilidade dos esportes na natureza dentro da escola, tendo como referência a realidade da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Simão Ângelo, no Ceará.

A pesquisa, sua justificativa e o contexto em que se insere  

O estudo científico é um recurso capaz de gerar conhecimentos úteis à sociedade, os quais podem ser utilizados pelos sujeitos em diferentes situacionalidades. O meio educacional é carente de estudos que promovam melhorias no processo de ensino-aprendizagem, inclusive, de Educação Física, que ainda não possui sustentação teórica suficiente que justifique sua cientificidade, não compondo conceitos e práticas comuns (TOJAL, 2006).

Este trabalho justifica-se pela necessidade de promover as práticas esportivas de aventura dentro da escola, as quais ainda são pouco exploradas no meio escolar, vista sua limitação ambiental e/ou estrutural. Busca, então, investigar e difundir meios que possibilitem aos professores e alunos trabalharem essa modalidade de forma teórica e, especialmente, prática na escola. Para Spink (2002), são esportes de aventura aqueles de ação impregnados de linguagem dos riscos intrínsecos à própria atividade.

A Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Simão Ângelo (Figura 1), localizada no município de Penaforte-CE, é o campo deste estudo, que se assemelha a outros espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Segue-se, portanto, do plano micro para o macro, valorizando a realidade local, a qual servirá de base para outros  trabalhos.

Figura 1 – Escola Simão Angelo

Fonte: Facebook EEMTI Simão Ângelo (2020).

A referida instituição é pública, pertencente à rede estadual do Ceará, possuindo 478 alunos matriculados em 2021, que estudam em uma das três modalidades de ensino ofertadas: tempo parcial, integral ou Educação de Jovens e Adultos (EJA) (CEARÁ, 2021). Seu ambiente, assim como o de outras escolas, não é próprio para práticas esportivas de aventura, requerendo um olhar que possibilite superar a própria limitação físico-estrutural.

Figura 2 – Cidade de Penaforte-CE

Fonte: Igor Vieira Piancó (2020).

Penaforte, na região do Cariri (Figura 2), é onde a EEMTI Simão Ângelo (antiga Escola de 2º Grau) está localizada, tendo sido fundada em 1981. Conta com uma população estimada em 9.207 habitantes, sendo 57,96 por km² em uma área de 150,536 km². Sua taxa média de escolaridade é 96,7% e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), 0,646 (BRASIL, 2021). As práticas esportivas no meio escolar, inclusive de aventura, contribuem para o desenvolvimento socioemocional dos indivíduos, fortalecendo a saúde, o bem-estar e a formação cidadã dos discentes, os quais podem incentivar outras pessoas a se envolverem, cooperando com esse trabalho, que torna os cidadãos capazes de enfrentar os problemas de seu tempo de forma transdisciplinar (MORIN, 2002).

A Educação Física no âmbito escolar 

A Educação Física escolar está inserida na área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), difundindo conhecimentos acerca do corpo, sua representação social e reflexos físico-motores, que contribuem para o fortalecimento da corporeidade, enquanto recurso linguístico. Esse componente compreende uma visão de pensamento racional em torno do corpo (BRACHT, 1999).

Uma das habilidades presentes nesse componente curricular são os esportes de aventura, onde os sujeitos podem ter contato direto com a natureza ao realizar  atividades físicas. Conforme Vilaverde (2000), nas vivências corporais na natureza é  perceptível uma complexidade e certa tendência para atribuir a elas uma sintonia com padrões culturais, sociais, éticos e estéticos emergentes. São exemplos comuns escalada, arborismo, parkour (salto), trekking (trilha), rapel e mountain bike (MTB).

Um grande desafio para os docentes de Educação Física é colocar em prática os conhecimentos inerentes aos esportes radicais, que segundo Fernandes (1998) são um conjunto de práticas corporais diferenciadas pela aproximação com a natureza, interação com obstáculos, expressando valores e contestando padrões. O meio escolar é, todavia, mais estrutural que natural, além de possuir dimensões definidas. A atuação docente no tocante aos esportes naturais acaba se limitando ao viés teórico, restringindo-se às aulas em sala, saindo desse espaço, apenas, para praticar esportes de quadra, como o futsal, por serem “acessíveis” quanto à estrutura e aos materiais. Para Mariz Oliveira (1988), é preciso pensar a prática esportiva fora das quadras e regras, a partir de um esporte baseado na solidariedade, na preservação da natureza.

Segundo Milles (1990,) contrariar a lógica da aula convencional, do movimento esportivizado, a partir da abertura ao novo, possibilitando aos discentes experiências dinâmicas faz-se cada vez mais necessário. O professor pode analisar junto aos alunos o espaço escolar e propor caminhos, possibilidades de romper o ensino regrado, oferecendo esportes de aventura compatíveis com a sua realidade.

Metodologia 

Esta pesquisa básica, de natureza qualitativa e caráter exploratório-descritivo, adota como procedimento metodológico a pesquisa bibliográfico-documental (revisão literária) associada à observação e ao diálogo empírico acerca da Escola Simão Ângelo em Penaforte-CE. Sua realização transcorreu o período de 1 a 11 de outubro de  2021. 

De acordo com Lakatos e Marconi (2003):

Todas as ciências caracterizam-se pela utilização de métodos científicos […] o método é o conjunto das atividades sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar o objetivo – conhecimentos válidos e verdadeiros – traçando o caminho a ser seguido, detectando erros e auxiliando as decisões do cientista (LAKATOS e MARCONI, 2003, p. 83).

Na coleta dos dados foram adotados, prioritariamente, recursos de informação e comunicação, devido às limitações impostas pela pandemia da COVID-19, a exemplo de ligações telefônicas, mensagens de texto, áudio e vídeo pelo aplicativo WhatsApp, anotações em planilhas, registros fotográficos, entre outros, respeitando-se os protocolos sanitários.

Os dados primários foram obtidos virtualmente, a partir do uso da Internet. Realizaram-se contatos com alunos e gestores da instituição, a fim de obter dados acerca da sua estrutura físico-pedagógica e registros fotográficos. Já os secundários, através de bibliotecas virtuais, como o Google Acadêmico, onde foram identificados artigos, resumos, e-books e outras publicações de domínio público lançadas nos últimos 20 anos, excetuando-se os autores clássicos e a legislação. No processo de seleção dos materiais coletados, foram adotados critérios de inclusão e exclusão, como o alinhamento das fontes à temática da pesquisa e sua aceitabilidade perante a comunidade científica. Como recurso para análise e cruzamento dos dados alcançados, foi adotado o estudo de conteúdo, qualificando o trabalho com resultados e discussões tangíveis, além das considerações finais.

Neste trabalho não ocorreu a participação direta de pessoas, apenas sua contribuição à distância na disponibilização de informações e materiais de domínio público sobre o meio ambiente escolar e a docência em Educação Física, componente  presente na grade curricular da instituição analisada. Foram esclarecidos o objetivo da pesquisa e a necessidade de obter dados precisos em torno da temática.

De 30 trabalhos científicos obtidos na coleta, foram selecionados 22, entre bibliográficos e documentais, como amostra direcionada para este estudo, respeitando-se a ética na pesquisa com base no Artigo 1º, parágrafo único, da Resolução 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Caracterização da instituição e suas aulas de Educação Física

A escola (Figura 3) possui uma área de 8.143 m², onde estão instaladas 15 salas: 9 de aula e 6 multifuncionais: laboratórios, biblioteca, de professores, de Atendimento Educacional Especializado e arquivo. Conta com pavilhão e cantina (onde são servidas as refeições), secretaria, coordenação, direção, almoxarifado e banheiros. No quesito esportivo, dispõe de ginásio para prática de futsal, handebol e vôlei, uma cesta para basquete de rua e um poste para a prática de espirobol instalados entre dois blocos de sala na direção Oeste. Na área onde está inserida a escola, há espaços não construídos: dois terraços, totalizando cerca de 2.704 m², além de um jardim com plantas ornamentais, 14 árvores de pequeno a grande porte, canteiros e o piso da antiga quadra. Nesses espaços podem ser desenvolvidas diferentes atividades esportivas, inclusive, adaptadas.

As aulas de Educação Física ocorrem semanalmente, sendo a primeira teórica e a segunda prática em condições “normais”. O professor aborda em sala de aula o conteúdo por meio de exposição oral, anotações e discussões, antes de praticá-lo junto aos alunos, seja no ginásio seja em outro espaço, propiciando a compreensão universal do seu papel com base na reflexão e na crítica de si mesmo (VEIGA, 2006).

São explorados os eixos temáticos da Educação Física, conforme Coll et al. (2000): o conceitual, que traz a reflexão sobre ação, análise e compreensão (saber); o procedimental, que contempla experimentação, uso e apropriação, fruição (fazer); e o atitudinal, que diz respeito à construção de valores, ao protagonismo comunitário (ser/conviver). Todos contribuem para um fazer pedagógico qualificado.

As dimensões da Educação Física são contempladas em suas unidades temáticas: brincadeiras e jogos, esportes, ginásticas, danças, lutas e práticas corporais de aventura, consideradas desafiantes no tocante à realização, pois o ambiente escolar difere do natural. Vale lembrar que esporte de aventura configura-se como uma prática de relações intersubjetivas com a natureza, extraindo-se prazer dessa interação (DIAS, 2007).

Os esportes de aventura, geralmente, são trabalhados na teoria, sendo ilustrados pelo o uso de imagens/vídeos. Essa modalidade requer o contato dos indivíduos com a natureza, envolvendo atividade física associada à preservação ambiental. Como a docência é mais centrada na escola, sua vivência torna-se limitada. Outro agravante é que pessoas comuns, isto é, não ligadas à teoria e à prática da Educação Física, enxergam essa modalidade como turismo e lazer, gerando desvios conceituais (PIMENTEL; SAITO, 2010).

Figura 3 – Estrutura da Escola Simão Ângelo

Fonte: Facebook EEMTI Simão Ângelo (2020).

Alternativas para as práticas esportivas de aventura na escola

Os esportes de aventura exigem o contato do praticante com a natureza. A escola é vista como espaço físico e natural. Para Pereira e Armbrust (2010), o meio ambiente é o próprio ambiente em que os sujeitos se situam. É nele que as atividades podem ser executadas alternativamente. A Escola Simão Ângelo (Figura 4) possui espaços e recursos adaptáveis a esses esportes, seja no ar ou na terra.

Figura 4 – Área do pátio e terraço da Escola Simão Ângelo

Fonte: Produzida pelos autores (2021).

O arborismo e slackline podem ser praticados na escola, pois há árvores (Figura 5), sendo treze de médio porte e uma de grande porte. Interligando-as com cordas, é  possível que os alunos caminhem/se equilibrem entre elas com segurança a uma altura adequada com auxílio do professor. A fusão do corpo com a força da natureza torna possível a realização do movimento (COSTA, 2000).

Figura 5 – Área do pátio e jardim da Escola Simão Ângelo

Fonte: Produzida pelos autores (2021).

A prática de escalada e parkour é viável na escola (Figura 6), a partir dos degraus das arquibancadas, calçadas, alambrados, bases de sustentação do ginásio, dos postes, da escada da caixa d’água ou madeira e árvores, sob a supervisão docente. Para seus praticantes, pedras e árvores podem representar obstáculos a serem transpostos (CARVALHO; PEREIRA, 2008).

Figura 6 – Equipamentos da escola adaptáveis a esportes de aventura

Fonte: Produzida pelos autores (2021).

Conforme Pereira e Monteiro (1995), a aventura suscita o caráter motivador, impregnado de emoções, significados e intenções. A trilha e o MTB também podem ser desenvolvidos na escola, por haver uma área verde (não construída) em um terreno íngreme, depreciado, possibilitando a marcação de um percurso semicircular superior a 250 m.

Figura 7 – Equipamentos da escola adaptáveis a esportes de aventura

Fonte: Produzida pelos autores.

O rapel é outro esporte possível de ser vivenciado na instituição (Figura 7), a partir da sua caixa d’água, onde podem ser presos/fixados cabos a uma altura adequada, assim como nos postes ou na estrutura do pavilhão/ginásio, promovendo uma experiência breve e supervisionada. Para Dias (2007), a audácia e a aventura são favorecidas pelo encontro corporal com elementos naturais, e desenvolver os esportes de aventura, aproveitando-se o ambiente escolar, significará a promoção desse caráter nos estudantes.

Os esportes de aventura devem ser praticados com segurança, a partir do uso de equipamentos adequados, como luvas e capacetes. As cordas devem ser rígidas, evitando rompimento. Nas práticas, o zelo/cuidado com a natureza é requisito, produzindo informações sobre a fauna e a flora, cuidados com o ambiente e condutas para impacto mínimo (PEREIRA; ARMBRUST, 2010). Quando se consolidam as práticas dessas atividades na escola, há sempre o desenvolvimento dessas características, partindo-se do ambiente escolar, e de seu entorno, para todos os outros com os quais os estudantes venham a ter contato.

Considerações finais

Este trabalho demonstrou que é viável a prática de esportes de aventura no ambiente escolar, tendo como referência a realidade da Escola Simão Ângelo, a qual não é distinta de outras instituições, inclusive, da rede estadual. É possível o desenvolvimento de pelo menos 7 modalidades de aventura de modo adaptado e seguro: arborismo, slackline, escalada, parkour, trilha, mountain bike e rapel, todas sob a orientação e o acompanhamento do professor de Educação Física.  Comprovou-se o quanto é desafiante a docência em Educação Física, por demandar teoria e prática, em que às vezes o conteúdo extrapola os muros da escola, limitando sua execução por parte dos alunos, os quais têm o direito de experienciar o conhecimento, atribuindo-lhe sentido. Com o planejamento e a ajuda dos estudantes, o professor pode repensar sua ação pedagógica, enxergando no espaço escolar a possibilidade de fazer a diferença. Com o uso de árvores, escadas, degraus, grades, passarelas, arquibancadas, caixa d’água, postes e outros equipamentos, é possível oferecer esportes antes impraticáveis na escola. A principal limitação constatada no desenvolvimento desta pesquisa foi a impossibilidade de demonstrá-los, devido à pandemia da COVID-19.

Os exemplos de práticas de aventura viáveis à EEMTI Simão Ângelo servem como referência para outras instituições que venham a adotar esses esportes, onde os sujeitos se encontram com a natureza, seu espaço natural. Sugere-se, como continuidade deste estudo, a investigação dos temas: I – a prática de esportes radicais ou de ação no meio escolar e II – os esportes como recurso de preservação ambiental.

Referências

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Imagem de destaque: Facebook EEMTI Simão Ângelo (2020)

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