Figura

Etapas da produção de vídeos por alunos da educação básica: uma experiência na aula de matemática

Fev-Abr-2017

Vanessa Oechsler

Doutoranda em Educação Matemática pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Mestre em ensino de Ciências e Matemática e Licenciada em Matemática pela Universidade Regional de Blumenau (FURB). Possui especialização em formação de professores pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É professora de Matemática do Instituto Federal de Santa Catarina, Câmpus Gaspar, onde atua em cursos técnicos, de qualificação profissional, especialização e cursos de formação de professores. Tem pesquisas na área de tecnologias no ensino da matemática, formação de professores e matemática e cidadania.

Bárbara Cunha Fontes

Formada em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Participou do projeto Laboratórios Virtuais, na criação de materiais didáticos interativos para serem utilizados na sala de aula ou fora dela, além disso foi tutora a distância no curso de Licenciatura em Matemática a distância da UFV.  Em 2015 foi professora substituta da UFV. Atualmente é aluna de mestrado do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática, na Unesp – Rio Claro. Tem interesse na área de Educação Matemática investigando sobre o uso de tecnologias no ensino de matemática.

Marcelo de Carvalho Borba

Doutor em Educação Matemática pela Cornell University, livre-docente vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática da UNESP, campus de Rio Claro e coordenador do Grupo de Pesquisa em Informática outras Mídias e Educação Matemática. Atualmente é coordenador adjunto da área de Pós-Graduação em Ensino na CAPES e bolsista produtividade do CNPq, nível 1A. Desenvolve pesquisas nas áreas de Educação a Distância online, Tecnologias Digitais, Metodologia de Pesquisa Qualitativa, Modelagem Matemática e Performance Matemática Digital, tendo livros e artigos publicados no Brasil e no exterior. É editor Associado do ZDM, um dos principais periódicos da área de Educação Matemática.

ETAPAS DA PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA: UMA EXPERIÊNCIA NA AULA DE MATEMÁTICA

  

Las etapas de la producción de vídeos por alumnos de la educación básica: experiencia en la clase de matemáticas

 

Vanessa Oechsler

Professora de Matemática do Instituto Federal de Santa Catarina – Câmpus Gaspar

vanessa.oechsler@ifsc.edu.br

Bárbara Cunha Fontes

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

barbaracfontes@hotmail.com

Marcelo de Carvalho Borba

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

mborba@rc.unesp.br

Resumo: Refletindo sobre a produção de vídeos por pessoas cada vez mais jovens e como esses vídeos afetam a sociedade, especificamente os alunos, apresentamos neste artigo uma proposta para produzir vídeos com alunos da educação básica de modo que se quebre a rotina de uma aula tradicional e se instigue os alunos a exercer a criatividade e a imaginação. Além disso, essa atividade conduz a discussões de conteúdos que podem promover o aprendizado para toda a comunidade escolar. Sugerimos algumas etapas para a criação dos vídeos e indicamos alguns softwares gratuitos para edição e gravação de vídeos.

Palavras-chave: YouTube. Tecnologias digitais. Matemática. Escola. Audiovisual.

Resumen: Pensando en la producción de vídeos por la gente cada vez más joven, y como estos vídeos impactan nuestra sociedad, en especial a los alumnos, en este texto se presenta una propuesta de producción de vídeos con alumnos de la educación básica para romper la rutina de una clase tradicional, así como fomentar la creatividad y la imaginación de los alumnos. Además, esta actividad plantea cuestiones que pueden promover el aprendizaje de toda la comunidad escolar. Se sugieren algunos pasos para la creación de vídeos y algunos programas gratuitos para editarlos y grabarlos.

Palabras clave: YouTube. Tecnologías digitales. Matemáticas. Escuela. Audiovisual.

Introdução

Kéfera BuchmannJout JoutChris FigueiredoIsabela FreitasVocê conhece esses nomes? Eles são muito conhecidos entre a geração C, grupo de pessoas que interagem com as tecnologias digitais e produzem conteúdos. Esses jovens e tantos outros são youtubers, pessoas que produzem e postam vídeos no YouTube[1], abordam diversos assuntos e têm conquistado uma legião de seguidores, inclusive alunos da educação básica, que se inspiram em seus ídolos e procuram criar seus canais para postar seus próprios vídeos.

Considerando a alta produção de vídeos por youtubers e as facilidades com que os jovens de hoje têm acesso a equipamentos que permitam criar seus próprios vídeos, propomos uma atividade de criação de vídeos com alunos da educação básica. Essa atividade já foi aplicada em três turmas do 9º ano de escolas municipais da cidade de Blumenau (SC) e faz parte da pesquisa de doutorado da primeira autora deste artigo (OECHSLER, 2016).

Essa pesquisa de doutorado faz parte de um projeto de pesquisa denominado E-licm@t-Tube, coordenado pelo terceiro autor deste artigo, o qual está promovendo minifestivais de vídeos e, em agosto de 2017, irá realizar o I Festival de Vídeos Digitais e Educação Matemática. Aceitaram participar como júri, o ator Hélio de La Peña (TV Globo), o diretor de novelas Ivan Zettel (TV Record), o cineasta João Paulo Miranda (Kino-Olho), os matemáticos Henrique Lazari, Donizetti Louro, Leo Akio e João Frederico Meyer, o professor George Gadanidis, da University of Western Ontário, além de membros docentes do Gpimem (Grupo de Pesquisa em Informática, outras Mídias e Educação Matemática) que, além de atuarem como membros da equipe de pesquisa, poderão compor o júri.

A produção de vídeos em sala de aula

A produção de vídeos volta a ganhar importância com a popularização dos meios digitais. Ferrés (1996), há duas décadas, discute a necessidade de uma educação audiovisual e sistematiza o uso didático dos vídeos em seis modalidades: videolição, videoapoio, videoprocesso, programa motivador, programa monoconceitual e vídeo interativo. Moran (1995) também explora o uso do vídeo em sala de aula, destacando que o uso dessa ferramenta “aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional.” (MORAN, 1995, p. 1).

Inspirados por esses autores, propomos a utilização de vídeos em sala de aula na modalidade de videoprocesso de Ferrés (1996), em que os alunos são os protagonistas da produção do vídeo, participando de todas as etapas do processo, desde a concepção da ideia até a edição das gravações. Apresentaremos nesta seção as etapas que foram realizadas na pesquisa de Oechsler (2016) para a produção de vídeos com conteúdos matemáticos, como potenciação, radiciação, frações, entre outros. Como resultado desta pesquisa, temos 19 vídeos, criados pelos alunos do 9º ano do ensino fundamental, que podem ser acessados no canal do YouTube: Gpimem Unesp, grupo ao qual os autores deste artigo fazem parte. Há vídeos em que estudantes filmaram uma ida à loja e discutem sobre porcentagem, similar aos vídeos do Telecurso. Em outro, os alunos utilizam o material de disco de frações para exemplificar uma soma de frações, enquanto em outro vídeo é usada a técnica de animação para explorar o conteúdo de funções. É relevante ressaltar a linguagem e as diferentes técnicas utilizadas pelos alunos nesses vídeos para explicar a matemática: captura de tela, encenação, filmagem sem personagens, filmagem simulando vídeo-aula, entre outras.

Ressaltamos que todos os vídeos produzidos na pesquisa tinham como foco a matemática, entretanto essas etapas podem ser seguidas também por outras disciplinas. Destacamos que a atividade pode ter um caráter interdisciplinar, envolvendo outras matérias e suas leituras do vídeo. Por exemplo, na disciplina de língua portuguesa pode ser explorada a elaboração do roteiro, discutindo-se com os alunos as diversas formas de narrativas. Na disciplina de artes pode-se elaborar uma discussão das técnicas de filmagem e as linguagens visuais do vídeo. São apenas alguns exemplos dentre um campo vasto de possibilidades de trabalho interdisciplinar que virá a complementar e enriquecer o trabalho final. Para a produção do vídeo, pensamos em seis etapas, que serão descritas a seguir.

Conversa com alunos e apresentação de tipos de vídeo

Para alguns alunos, esta é a primeira vez que terão contato com algum vídeo com conteúdos matemáticos. A ideia nesta etapa é mostrar diversos tipos de vídeo existentes, para servirem como inspiração para suas próprias produções. Nesta atividade, sugere-se mostrar trechos de vídeo-aulas, vídeos elaborados apenas com a narração do produtor, vídeos com animações, vídeos elaborados com materiais manipulativos (massinha de modelar, cartolina), vídeos com encenações (como as vistas no material do telecurso), vídeos com captura de tela do computador e outros vídeos que o professor achar interessante. Pode-se encontrar diversos vídeos no site do YouTube.

Escolha e pesquisa do tema de produção do vídeo

Concluída a apresentação e discussão de vídeos para inspirar os alunos, chega-se ao ponto de escolher um conteúdo matemático a ser abordado no vídeo. Essa escolha pode ser feita pelos alunos ou pelo professor, delimitando o conteúdo a ser explorado no vídeo. Após a escolha do tema, os alunos, divididos em grupos, deverão pesquisar esse tema matemático, explorando definições, aplicações e exercícios para, a partir dessa pesquisa, decidirem a forma de explorar esses conteúdos no vídeo, que tipo de vídeo irão produzir e qual mensagem transmitir, o que está em consonância com a sugestão de Moletta (2009, p. 16): “Depois de uma pesquisa prévia, discute-se que concepção o diretor quer adotar, aliando-a à proposta de fotografia, direção de arte e produção.”

Ao definir a mensagem a ser transmitida, os alunos também devem decidir o argumento do vídeo, ou seja, o que acontecerá no filme, como e por que isso ocorrerá, quem serão os personagens e como será a narrativa. Ou seja, os alunos já devem ter em mente como será o formato do seu vídeo: se fará gravações de cena, se utilizará animações, se terá uma expressão artística, se precisará de recursos tecnológicos etc.

Elaboração de roteiro

Com a pesquisa em mãos e com uma ideia da concepção do vídeo, passa-se a uma nova etapa do trabalho, que é a elaboração do roteiro. Segundo Seabra (2016), “O roteiro nada mais é do que uma composição escrita das cenas da história a ser contada usando uma série de descrições detalhadas das imagens e sons”. De acordo com Santiveri (2014, p. 15), devem constar no roteiro: número da sequência, aspectos visuais, plano, imagem, música, efeitos, observações consideradas interessantes e, por fim, a duração (em segundos) da sequência.

O roteiro será o guia durante a produção do vídeo. Por isso, devem-se detalhar ao máximo as ações, reações, posições e outros aspectos necessários para a gravação do vídeo. Exemplificamos alguns modelos de roteiro com as figuras 1, 2 e 3.

Figura 1– Modelo de roteiro I

figura-1

Fonte: Santiveri (2014)

Figura 2 – Modelo de roteiro II

figura-2

Fonte: Martins (2012)

Figura 3 – Modelo de roteiro

figura-3

Fonte: Paraná (s/d)

O roteiro deverá conter todas as informações necessárias para as filmagens, não importando seu formato, e deve ser compreendido por todos os envolvidos no trabalho. Após a elaboração do roteiro, faz-se necessário o planejamento do vídeo. Para facilitar esse processo, a TV Escola organizou um checklist (Figura 4).

Figura 4 – Checklist para a produção de vídeos

figura-4

Fonte: TV Escola (s/d)

Gravação dos vídeos

Para gravar os vídeos é possível utilizar uma série de equipamentos: celular, tablet, câmera digital, filmadora, computador, entre outros. A escolha do material dependerá do tipo de gravação que se pretende fazer e dos equipamentos disponíveis na escola.

A qualidade da imagem gerada por esses equipamentos também contribuiu para o resultado final do seu vídeo. Entretanto, com algumas técnicas de gravação, podemos melhorar essa qualidade.

Na Figura 5 apresentamos algumas dicas de filmagem.

Figura 5: Dicas de filmagens

figura-5

Fonte: os autores

Antes de iniciar a gravação oficial, faça algumas filmagens e passe ao computador para verificar como está o som e a resolução da imagem.

Entretanto, algumas vezes você pode ter a intenção de gravar interações na tela do seu computador, tablet ou celular. Para isso, é necessário que você tenha um programa que promova essa captura de tela. Veja algumas sugestões na Figura 6.

Figura 6 – Lista dos programas

figura-6

Fonte: Os autores

Durante o processo de gravação das imagens, é interessante discutir com os alunos sobre a atividade de narrar por meio das câmeras, animações, desenhos, fotos ou qualquer outra forma que irá compor o vídeo a ser produzido. Nesse processo de produção, os alunos têm a oportunidade de expressar e comunicar algo a seu modo, com sua linguagem, e revelar aos expectadores sua visão e opinião a respeito de certos conteúdos e temas. Segundo Souza (2005), “os adolescentes, ao produzir suas narrativas e ver suas próprias imagens, se reconhecem como sujeitos capazes de contar histórias com a qualidade máxima que os recursos limitados lhes permitem”. Dessa forma, percebe-se a importância de momentos que levem os alunos a refletirem sobre esses aspectos e percebam a autoria social nos discursos das mídias. 

Edição dos vídeos

Tendo todas as imagens captadas, é hora de juntar todo o material gravado, colocar na ordem, descartar o que não ficou bom, acertar o áudio e montar o vídeo. Para isso sugerimos quatro programas gratuitos na Figura 7.

Figura 7 – Softwares para edição

figura-7

Fonte: Os autores

Divulgação dos vídeos

Após a edição dos vídeos, eles estarão prontos para serem exibidos, tanto entre os alunos quanto para a escola e para uma rede mundial, por meio do YouTube. Só tenha cuidado para que todos os vídeos tenham a autorização dos seus produtores e personagens para serem divulgadas. Além disso, você pode participar do I Festival de Vídeos Digitais e Educação Matemática que ocorrerá em agosto de 2017, o qual é possível encontrar mais informações a respeito no site supracitado do projeto.

Considerações finais

Neste artigo, buscamos destacar a produção dos vídeos por alunos e professores, caracterizando o que Ferrés (1996) denomina de videoprocesso, na qual o aluno passa a ser protagonista de sua aprendizagem, decidindo a forma de abordar o conteúdo e expô-lo aos seus colegas.

Borba, Scucuglia e Gadanidis (2014) apresentam uma forma inovadora de trabalhar com a produção de vídeos envolvendo artes e matemática de modo que o vídeo envolva surpresas, emoções, sensações e uma ideia matemática por meio do teatro, da música e tudo que cause uma boa impressão e prenda a atenção do telespectador. Essa forma de comunicar ideias matemáticas por meio das artes (performáticas) e das mídias digitais é denominada por eles de performances matemáticas digitais.

Ressaltamos que, para realizar essa atividade na escola, é necessário que os alunos utilizem o Laboratório de Informática ou computadores disponíveis com esses programas. Recomendamos que ao escolher o software o site do programa seja visitado, já que nele é possível encontrar diversas informações, além de páginas com perguntas e respostas referente a seu uso. Acrescentamos também que no YouTube há outras sugestões de programas e diversos tutoriais que podem auxiliar o professor e os alunos a utilizarem esses programas.

No desenvolvimento dessa atividade o professor pode promover diversas discussões que integram a matemática, bem como assuntos de interesse dos alunos. É importante ressaltar que na produção do vídeo é possível contemplar a leitura, pesquisa, interpretação, criatividade, escrita, oralidade, assim como permite a criação de um vínculo comunicativo entre professor-aluno. De acordo com Pires (2002), a produção de vídeo dá aos alunos a oportunidade de elaborar sua própria narrativa e possibilita a eles uma reinvenção de escrita do mundo. Com reflexões acerca do olhar dos alunos por trás da câmera incentivado pelo professor, acreditamos que o processo de produção de vídeos abre espaço para grandes trocas, no qual os alunos podem expressar seus conhecimentos através de uma linguagem própria, mesmo que sob orientação e mediação do professor.

Referências

BORBA, M. C.; SCUCUGLIA, R.; GADANIDIS, G. Fases das tecnologias digitais em educação matemática. Belo Horizonte: Autêntica, 2014.

FERRÉS, J. Vídeo e educação. Trad. Juan Acuña Llorens. 2. ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.

MARTINS, D. Como fazer um roteiro de vídeo para trabalhar com seus alunos em sala de aula! 2015. Disponível em: <http://educacaolivreparapensar.blogspot.com.br/2012/03/como-fazer-um-roteiro-de-video-para.html>. Acesso em: 9 fev. 2016.

MOLETTA, A. Criação de curta-metragem em vídeo digital. São Paulo: Summus, 2009.

MORAN, J. M. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação, São Paulo, v. 2, p. 27-35, 1995.

OECHSLER, V. Alunos da educação básica produzindo vídeos: aspectos metodológicos. In: ENCONTRO BRASILEIRO DE ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, 20., 2016, Curitiba. Anais… Curitiba: UFPR, 2016.

PARANÁ. Secretaria da Educação. Roteiro de produção do vídeo. [s/d]. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1611-6.pdf>. Acesso em: 9 fev. 2016.

PIRES, E. G. A experiência audiovisual nos espaços educativos. Comunicação & Educação. São Paulo, n. 25, p. 94 – 100, set./dez. 2002. Disponível em:< http://www.revistas.usp.br/comueduc/article/view/42298 >. Acesso em: 10 out. 2016.

SANTIVERI, N. Producción de un videoclip en ciencias de la educación. In: PEREIRA, J. (Org.). Produção de vídeos nas escolas: uma visão Brasil-Itália-Espanha-Equador. Pelotas: ERD Filmes, 2014. p. 11-18.

SEABRA, C. Pequeno guia de microvídeos. 2. ed. [S.l.]: Oficina Digital, 2016.

SOUZA, A. M. Câmera e vídeo na escola: quem conta o que sobre quem? Comunicação & Educação, São Paulo, ano X, n. 1, p. 97-107, jan./abr. 2005.

TV Escola. Oficina de produção de vídeos. TV Escola. [s/d]. Disponível em: <http://curtahistorias.mec.gov.br/images/pdf/dicas_producao_videos.pdf>. Acesso em: 9 fev. 2016.

[1] Site que permite que seus usuários assistam e compartilhem vídeos.

Luiza Oliveira

Editora Executiva da Revista Brasileira de Educação Básica

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *