Imagem De Destaque

Curiosidade Infantil, Química e uma receita de bolo

Março 2019
alexandra geronimo

Alexandra Geronimo Lopes de Souza

Professora da Educação Básica, graduada em Ciências Biológicas com especialização em Ciências Ambientais e Orientação Pedagógica e Educacional. Atualmente mestranda no Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências do IFRJ onde pesquisa materiais didáticos para o desenvolvimento de aulas de ciências de forma mais lúdica.

E-mail: xandageronimodesouza@gmail.com

sheila pressenti

Sheila Pressentin Cardoso

Possui graduação em Licenciatura em Química pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, mestrado em Química Orgânica pela Universidade Federal Fluminense e doutorado em Engenharia Metalúrgica e de Materiais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professora titular aposentada do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro. Atualmente é professora do mestrado Profissional em ensino de ciências do IFRJ, onde atua como pesquisadora e orientadora. Tem experiência na área de Química (ênfase em corrosão) e ensino de Ciências (ênfase em ensino de química e formação de professores).

E-mail: shepressentin@gmail.com

INTRODUÇÃO

Pesquisas sobre o ensino de química no Brasil têm indicado que a maioria das investigações deste campo envolve os níveis mais avançados de escolaridade, como o ensino médio e o superior (BEJARANO; CARVALHO, 2000; SCHNETZLER, 2005; FRANCISCO; QUEIROZ, 2008). No ensino fundamental as pesquisas têm se concentrado no último ano desse segmento, pois para um número expressivo de professores é neste ano de escolaridade que ocorre formalmente a introdução dos conhecimentos físicos e químicos, que na maioria dos currículos está segmentado com os conteúdos sendo trabalhados separadamente por área de conhecimento (MILARÉ; MARCONDES; REZENDE, 2010; MILARÉ; ALVES FILHO, 2010).

Todavia, se faz necessária uma discussão a respeito do ensino de conceitos químicos nas séries iniciais do ensino fundamental (DOMINGUINI; BILÍBIO, 2015; BELIAN; LIMA; FREITAS FILHO, 2017; CASTRO; PESSOA; MOREIRA, 2017), pois, de um modo geral, os alunos que se encontram no primeiro segmento possuem uma curiosidade própria de infância, não demonstrando vergonha de perguntar sobre algo que lhes despertou a curiosidade, apresentando-se dispostos a procurar por respostas aos seus questionamentos. Essa característica pode contribuir para que conceitos químicos, quando abordados nas séries iniciais, possam ser trabalhados favorecendo ao aprendizado de tópicos que serão apresentados aos alunos nas séries subsequentes.

Na literatura é possível encontrar trabalhos mencionando dificuldades no ensino de conceitos químicos nas etapas finais da educação básica, com destaque para a falta de interesse do aluno em aprendê-los devido ao uso de cálculos e a memorização de fórmulas (PAZ et al., 2010). Também é possível verificar que a esta falta de interesse somam-se questões extramuros que, por vezes, estão fora da área de alcance dos profissionais nas escolas. Cabe ainda registrar que a estrutura física da maioria das instituições públicas de ensino do país é precária quanto a recursos didáticos externos à sala de aula (LIMA; BARBOSA, 2015), além do fato de que o desenvolvimento de aulas de ciências, que abordam assuntos compatíveis com conceitos químicos, pode ser um ponto de conflito para os professores polivalentes[1], que lecionam várias disciplinas nos anos iniciais do ensino fundamental.

De acordo com Bizzo (2009), esse conflito pode ocorrer devido às poucas oportunidades que os professores polivalentes possuem de se aprofundar no conhecimento científico e na metodologia de ensino específica da área de química, pois a maioria tem sua formação em cursos de Pedagogia e, de acordo com Alves, Kobayashi e Denari (2018), não se sentem preparados para introduzir conceitos químicos, sendo as principais razões “a falta de aprofundamento durante a formação inicial e falta de familiaridade dos próprios alunos com a disciplina” (ALVES; KOBAYASHI; DENARI, 2018, p. 71).

Delizoicov e Angotti (1994) argumentam que por não estarem seguros e confortáveis para abordar tópicos de ciências, professores dos anos iniciais tendem a priorizar o letramento e noções básicas de matemática. Vale destacar que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) indicam que temas científicos devem estar presentes no currículo, e que “não se trata somente de ensinar a ler e escrever para que os alunos possam aprender ciências, mas também fazer uso das ciências para que os alunos possam aprender a ler e escrever” (BRASIL, 2001, p. 62).

Para Castro, Pessoa e Moreira:

o desafio posto em ensinar ciências nos anos iniciais é constituído pela polivalência dos professores para este nível, pela apropriação de políticas educacionais e pelas avaliações em larga escala que, ao priorizar o ensino de Português e Matemática, acabam influenciando o espaço destinado ao ensino de ciências. (CASTRO, PESSOA, MOREIRA, 2017, p. 8).

Diante da expectativa quanto ao desempenho dos alunos nas avaliações externas, parece haver um esquecimento de que as aulas de ciências podem contribuir com o processo de alfabetização relativo à aquisição da leitura e escrita, como também de conceitos matemáticos.

A relação de familiarização com os conceitos químicos pode ser promovida pelo professor polivalente dos anos iniciais por meio do contato do aluno com observações que suscitem hipóteses que estimulem a curiosidade, levando o aluno a procurar comprovações que resultem no entendimento dos fenômenos que estão a sua volta. O professor pode abordar a linguagem química em vários temas de ciências, utilizando como base conteúdos já previstos para o ano de escolaridade em que a turma se encontra como, por exemplo, a fotossíntese, a composição e propriedade da água, os constituintes de produtos alimentícios, entre outros temas. Mas, para isto, é importante o alinhamento dos conhecimentos químicos com aqueles relacionados a outras áreas do conhecimento, a partir de atividades diferenciadas como sinalizado por Moraes e Ramos (2010).

A importância de se desenvolver atividades ou projetos pedagógicos articulando as várias áreas do conhecimento está associada à necessidade de se criar condições para que o aprendizado se apresente significativo para o aluno, e que possa ser o menos abstrato possível. Sendo assim, o presente relato de aula tem por objetivo apresentar a possibilidade de trabalhar conteúdos de ciências (matéria e energia), abordando a linguagem química de forma lúdica, descontraída e prazerosa, já nos anos iniciais do ensino fundamental.

OS VALORES E SABERES DENTRO DA AULA DE CIÊNCIAS

Ensinar ciências nos anos iniciais do ensino fundamental pode ser prazeroso para aqueles que possuem alguma afinidade com os temas abordados nas aulas, assim como para os que são formados nesta área, ou ainda para os que acham ciências uma matéria fácil. Contudo, existem professores que não são formados na área e os que não apresentam familiaridade com seus temas, mas que demostram a sua responsabilidade como educador e se colocam no papel de aprendizes para disponibilizar conhecimentos aos pequenos estudantes.

O aluno, ao chegar no ambiente escolar, traz consigo saberes múltiplos advindos de suas experiências proporcionadas pelas brincadeiras com os amigos, as conversas com os irmãos mais velhos, e até com os passeios realizados em família (SCHNETZLER, 2002). Vários desses passeios geram lembranças que ficam guardadas em suas memórias e que, após algum tempo, podem ser despertadas a qualquer momento por uma ocasião parecida, um cheiro familiar ou até mesmo por uma pergunta simples: “Quem gosta de bolo?” Esta simples pergunta pode desencadear uma série de questionamentos ou de relatos que podem ser utilizados no ensino de variados conteúdos escolares.

Diante deste panorama nos propomos a descrever um relato de aula, que se deu em uma turma com dezenove alunos do quarto ano do ensino fundamental, com idades entre nove e onze anos, em uma escola municipal no Rio de Janeiro. A atividade descrita foi possível porque contou com a curiosidade inicial dos alunos sobre o que se estuda em química. Mas como dar aula de química para uma turma do quarto ano do ensino fundamental? Esta disciplina não faz parte do currículo deles! Para cativar a curiosidade desses pequenos, ávidos por conhecimento, eis que surge a lembrança do bolo e a decisão de fazer uma aula de ciências que trabalhasse conceitos abordados em química a partir desta iguaria.

ORGANIZANDO A AULA

Para o melhor desenvolvimento da aula foi pensado em como dinamizar o tempo, de modo que os alunos pudessem participar expondo suas ideias e questionamentos. Por isto o bolo foi feito em casa e transportado inteiro para a escola, sendo a calda preparada com os alunos. A receita do bolo, contendo a relação do material usado, suas quantidades e forma de preparo foi apresentada a turma na forma de um cartaz, permitindo ao longo da atividade trabalhar os conceitos de matéria, proporção, mistura, transformação e energia (Figura 1).

Figura 1: Receita de bolo de cenouraFonte: GERONIMO; CARDOSO, 2018.

A linguagem usada com os alunos foi cuidadosamente pensada, para que fosse acessível às suas idades e conhecimentos, mas que o seu significado não fosse minimizado por demais. Em seguida, escolhemos uma forma de registrar o significado da aula para os alunos por meio da organização de mapas de conceitos (Figura 2), com palavras e frases que foram utilizadas durante a aula, com os alunos ficando livres para organizá-las conforme seus entendimentos sobre as relações existentes entre elas (MOREIRA, 2011).

Figura 2: Palavras e frases para organização do Mapa de conceitos.

Fonte: GERONIMO; CARDOSO, 2018.

Para a conclusão da aula foi proposto o registro de uma receita, sendo a atividade realizada em grupo, com os alunos apresentando uma receita de sua preferência descrevendo os materiais necessários, as quantidades usadas, a forma de preparo e a energia envolvida, visando identificar correlações estabelecidas entre a atividade e seu cotidiano.

O DIÁLOGO DA AULA

A aula foi ministrada pela professora de ciências da escola, convidada pelo professor da turma para desenvolver uma atividade diferenciada envolvendo conceitos químicos. Iniciou com a professora de ciências se apresentando e dialogando com os alunos sobre o que eles esperavam aprender durante aquela aula, e o que pensavam ser a química. A princípio um pouco tímidos, rapidamente foram se sentindo confortáveis e passaram a interagir e participar ativamente da atividade. Nessa etapa três respostas chamaram a atenção, revelando as ideias que os alunos possuem a respeito dessa disciplina: “a química como a ciência que explode tudo”; “a química como ‘poções’ e remédios para a cura de doenças”; e a “química quanto às novas experiências com o uso de tecnologias”.

Para dar continuidade ao diálogo, a professora indagou se seria possível estudar química com um bolo de cenoura. A turma ficou dividida ao responder esta pergunta, e quando indagados do porquê das respostas, uma aluna tomou a frente para justificar seu sim por conta do fermento químico colocado no bolo. Já outra aluna afirmou que não, pois “o bolo é para se comer”.

Diante do exposto a professora explicou que havia levado para a aula um bolo de cenoura já pronto e que seria possível estudar química a partir dele. Começou perguntando pelos ingredientes que foram usados, qual a característica de cada um, o que empregamos para medir as quantidades usadas na receita, como se misturavam os ingredientes, que eletrodomésticos foram usados para preparar a massa, e como esta se transformou em bolo. Esses questionamentos permearam o primeiro momento da aula, onde todos os alunos puderam dialogar e participar com suas contribuições.

O segundo momento iniciou com o preparo de uma calda de chocolate para ser colocada no bolo. Os alunos listaram oralmente quais poderiam ser esses ingredientes, puderam medir as quantidades e relataram que o calor do fogo os transformaria em calda. Com a calda pronta iniciou-se o terceiro momento da aula, onde houve a divisão do bolo para degustação e sistematização das informações apresentadas.

Após este momento de descontração a turma foi dividida em grupos, em que cada um organizou seu mapa de conceitos mediante a explicação da professora de que deveriam organizar as palavras e frases conforme suas relações. Foi possível observar diferenças na organização dos mapas (Figura 3), e que, de uma forma geral, os alunos conseguiram identificar a diferença entre alguns conceitos como o que seria matéria ou energia, os tipos de misturas que podem ocorrer, e quais formas de energia existem em suas casas e foram usadas para a produção do bolo como, por exemplo, a energia elétrica e calorífica. Os mapas de conceitos prontos foram recolhidos para que pudessem ser entregues ao professor da turma para anexar em seu planejamento.

Figura 3: Mapa de conceitos organizado pelos alunos.

Fonte: GERONIMO; CARDOSO, 2018.

Para a conclusão da aula os alunos, ainda em grupo, escreveram uma receita de sua preferência, sendo estas variadas tais como, pipoca, brigadeiro de panela, pudim e até pão. Apesar de simples e muitas delas incompletas, as receitas apresentaram a indicação dos principais ingredientes, algumas quantidades e a energia necessária para a transformação no produto desejado, sugerindo a percepção da diferença e correlação existente entre matéria e energia.

EXPERIENCIANDO SABERES

A aula, com estratégia diferenciada, pôde proporcionar um saber com sabor. Foi motivacional para os alunos, principalmente os introspectivos, podendo servir também de incentivo para os professores que buscam novas formas de motivar e ensinar seus alunos.

A turma participou com entusiasmo da aula, com os alunos dispostos à troca de informações e abertos ao diálogo, sendo atenciosos e respondendo às perguntas sobre os conceitos trabalhos com grande rapidez. A interação interpessoal foi boa, com os alunos se ajudando e procurando organizar as atividades propostas distribuindo tarefas entre os colegas, e até mesmo aqueles que apresentavam dificuldade de concentração conseguiram participar das atividades propostas. O professor da turma considerou a atividade atrativa e construtiva, identificando a possibilidade de realizar outras intervenções envolvendo a química, presente em conteúdos de ciências.

A partir de uma receita de bolo foram abordados conteúdos previstos para o bimestre, que envolviam matéria e energia, sendo possível trabalhar características gerais da matéria como, por exemplo, massa e divisibilidade, tipos de misturas e transformações (reações), assim como diferentes formas de energia.

AGRADECIMENTOS

Ao professor Wilson Borges pelo convite, os alunos, demais professores, funcionários, direção e pais da Escola Municipal Professor Paulo Freire.

 

REFERÊNCIAS

ALVES, Amanda de Oliveira; KOBAYASHI, Maria do Carmo Monteiro; DENARI, Gabriela Bueno. A química na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental: perspectiva dos discentes em pedagogia. In: SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE LINGUAGENS EDUCATIVAS (SILE), 6., de  17 a 19 de maio de 2018, Bauru – SP, . Anais… USC – Universidade Sagrado Coração. Disponível em: <https://www.usc.br/anaissile/>. Acesso em: 27 fev. 2019.

BEJARANO, Nelson Rui Ribas; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. A educação química no Brasil: uma visão através das pesquisas e publicações da área. Educación Química, v. 11, n. 1, p. 160-167, 2000. Disponível em: <http://www.quimicoscriciuma.org.br/fotos/educacao_quimica_no_brasil.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2018.

BELIAN, Mônica Freire; LIMA, Analice Almeida; FREITAS FILHO, João Rufino de. Ensinando química para as séries iniciais do ensino fundamental: o uso da experimentação e atividade lúdica como estratégia metodológica. Experiências em Ensino de Ciências, UFMT – MT, v. 12, n. 4, pp. 70-89, 2017. Disponível em: <http://if.ufmt.br/eenci/artigos/Artigo_ID368/v12_n4_a2017.pdf>. Acesso em: 15 jul. 2018.

BIZZO, Nelio. Ciências: fácil ou difícil? São Paulo: Biruta, 2009.

BRASIL. Ministério de Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais: meio ambiente: saúde, 3. ed., Brasília, 2001.

CASTRO, Elias Brandão de; PESSOA, Wilton Rabelo; MOREIRA, Andreza de Souza. Ensino de química nos anos iniciais: concepções da prática docente. In: ABRAPEC – ORGS.ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS (ENPEC), 11., de 3 a 6 de julho de 2017, Florianópolis.  Anais… ABRAPEC. Disponível em: <http://www.abrapecnet.org.br/enpec/xi-enpec/anais/resumos/R0837-1.pdf>. Acesso em: 22 jul. 2018.

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Metodologia do Ensino de Ciências, São Paulo, Cortez, 1994.

DOMINGUINI, Lucas; BILÍBIO, Rosecler. Interdisciplinaridade no ensino fundamental: uma análise a partir de depoimentos de professores. Vértice, Rio de janeiro, v. 17, n. 1, p. 75-89, 2015. Disponível em: <http://www.essentiaeditora.iff.edu.br/index.php/vertices/article/viewFile/18092

667.20150005/3753>. Acesso em: 21 jul. 2018.

FRANCISCO, Cristiane Andretta; QUEIROZ, Salete Linhares. A produção do conhecimento sobre o ensino de química nas reuniões anuais da Sociedade Brasileira de Química. Química Nova, São Paulo v. 31, n. 8, pp. 2100-2110, 2008. Disponível em: <http://quimicanova.sbq.org.br/detalhe_artigo.asp?id=1362>. Acesso em: 21 jul.2018.

LIMA, Vanda Moreira Machado. Formação do professor polivalente e os saberes docentes: um estudo a partir de escolas públicas. 2007, 280 p.. Tese (Doutorado em Educação), Universidade de São Paulo – USP, São Paulo, 2007.

LIMA, José Ossian Gadelha de; BARBOSA, Lídia Kênia Alves. O ensino de química na concepção dos alunos do ensino fundamental: algumas reflexões. Ex@tas Online, v. 6, n. 1, pp. 33-48, 2015. Disponível em: <www2.uesb.br/exatasonline/images/V6N1pag33-48.pdf>. Acesso em: 21 jul. 2018.

MILARÉ, Tathiane; MARCONDES, Maria Eunice Ribeiro; REZENDE, Daisy de Brito. Química no Ensino Fundamental: discutindo possíveis obstáculos da análise de um caderno escolar. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENSINO DE QUÍMICA, 15. Brasília, DF, 21 a 24 de julho de 2010. SBQ Disponível em: < http://www.sbq.org.br/eneq/xv/resumos/R0622-2.pdf>. Acesso em: 17 jul. 2018.

______; ALVES FILHO, José de Pinho. Ciências no nono ano do ensino fundamental: da disciplinaridade à alfabetização científica e tecnológica. Revista Ensaio, Belo Horizonte, v. 12, n. 02, p. 101-120, 2010. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/epec/v12n2/1983-2117-epec-12-02-00101.pdf>. Acesso em 13/07/2018.

MORAES, Roque; RAMOS, Maurivan Güntzel. O Ensino de Química nos Anos Iniciais: Ampliando e Diversificando o Conhecimento de Mundo. In: PAVÃO, Antônio Carlos.(coord.). Ciências: Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEB, 2010.

MOREIRA, Marco Antonio. Aprendizagem Significativa: a teoria e textos complementares. São Paulo: Livraria da Física, 2011.

PAZ, Gizeuda de Lavor da. et al. Dificuldades no ensino-aprendizagem de química no ensino médio em algumas escolas públicas da região sudeste de Teresina. In: SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO CIENTÍFICA; SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 9., 2010, Teresina – PI. De 01 a 03 de dezembro de 2010.   Disponível em: <> acesso em: 22 jun. 2018.

SCHNETZLER, Roseli Pacheco. A pesquisa em ensino de química no Brasil: conquistas e perspectivas. Química Nova, São Paulo v. 25, pp. 14-24, 2002. Suplemento 1.

[1] Os professores polivalentes são apresentados por Lima (2007) como aqueles que se apropriam e articulam conhecimentos básicos de diferentes áreas do conhecimento que compõem a base curricular dos anos iniciais do ensino fundamental, lecionando neste segmento.

Crédito da imagem destacada: Alexandra Geronimo Lopes de Souza

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *